Talvez muitos se lembrem da época que nos salgadinhos vinha dentro tazos do Pokémon. Talvez muitos como eu "batiam" tazo para conseguirem aumentar sua coleção. E talvez uma parte desses não batiam o tazo para simplesmente conseguirem mais um, algo no fundo do peito batia forte: a vontade de ser um treinador Pokémon. (momento de tensão)

Não estou quererendo ser muito melancólica e ainda por cima imaginar coisas que não existem. Mas é impossível não ter gostado de Pokémon na época em que foi lançado. Eu tinha acabado de ganhar uma assinatura (leia-se: parte de uma assinatura) de TV a cabo, e no pacote veio que canal que me introduziu a um dos mundos que mais me encantou, o canal Cartoon Network (diga-se de passagem: cadê os animes e desenhos legais do Cartoon? Já era ein...). Quem também se viciou e não lembra da cena do Ash acordando super tarde e só restando Pikachu para sua escolha?
Meu vício foi muito além do desenho. Eu comprava Guaranás Caçulinhas para ter as miniaturas dos Pokémons, ou colocava moeda naquelas maquinas que você girava a moeda e saia o pokémon pra você. Eu comprei poké-bolas que dava de abrir e só fechavam com um toque. Eu comprei o álbum e completei quase todo (pra quem também teve o álbum: Me faltaram as figurinhas brilhantes, alguém guardou e quer me dar ou vender? hahahah). Eu trocava figurinhas do álbum. O primeiro filme que vi no cinema foi o primeiro filme do Pokémon. Eu vi no cinema o segundo e terceiro. Eu brincava com meus mini Pokémons com o meu primo.
Até que com a grande sacada do jogo, foi meu vício extremo. Quem aí nunca escutou falar de Pokémon Yellow ou Red ou Blue ou Green? Esses sim eram os verdadeiros jogos. Depoi foram lançados o Silver, Gold, Esmeralda e etc, com gráficos melhorados, mais ao jogar essas versões minha emoção nunca foi tão grande quanto era quando eu jogava o Pokémon Red. Era simplesmente incrível. Até hoje tenho o emulador aqui no meu computador e algumas das versões, mas atualmente não jogo mais. Confesso que Pokémon foi um dos meus maiores vícios, mas hoje em dia eles "perderam a linha". Não sou mais vidrada em Pokémon, mas não deixo de lembrar dessas épocas com alegria.
Talvez muitos não entedam o que eu quis passar nesse post, porque talvez esse meu vício, seja mais um "vício de menino". Mas quem sabe alguém aí me entenda e tenha passado pelo mesmo que eu! hahahah Abaixo a foto do meu álbum e algumas revitas que tenho junto com alguns dos mini Pokémons que me restaram depois de tantos anos.... Beijo da Nathi! =)

Hoje resolvi trazer para vocês a minha opinião sobre a série Becky Bloom, na verdade minha opinião sobre os três primeiros livros, que foram os únicos que li, os próximos então já sabem né? Vai ter reenha aqui no blog =) Falando nisso me desculpem pela demora de uma nova resenha, no post da resenha eu explico o porque.
Uma coisa que é garantida nos livros são milhares de risadas, quando você ve a solução "mirabolante" que Becky cria, ou você ri ou você acredita junto com ela que vai dar certo. As frias em que ela se mete, seu jeito de escapar para mostrar para as pessoas que ela não é a "tolinha" que todos pensam que ela é garante muitas outras risadas.
Gostaria de citar algumas situações aqui, mas perderia a graça para vocês na hora de ler os livros. Então vou concluir com minha opinião sobre eles. A agonia por esse jeito de Becky de achar que sempre resolverá tudo e vai dar tudo certo fica gigantesca no terceiro livro, tinha capítulos dificeis de se ler por ver ela metida numa situação que era literalmente uma bola de neve e ela parecia não querer resolver. O segundo livro achei muito legal pois se passa em Nova York, e como pretendo ir pra lá foi muito legal ver alguém tão empolgado com essa cidade quanto eu acho que vou me sentir na hora. O primeiro livro nem preciso comentar, foi o que fez me apaixonar pela série e querer demais ler os próximos. Falando-se de passagem, você nem precisa ser aquela fã de compras para ler os livros, acho que sendo uma você entende melhor Becky, mas sem querer generalizar, mas já generalizando... O livro é voltado para um público feminino, e acho que dá de contar nos dedos das duas mãos as mulheres que não gostam de comprar muahahahah

Olá leitores!

7) Chad Michael Murray. É pra quem percebe ele trás 

